O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, instruiu nesta semana diplomatas americanos ao redor do mundo a exigir que países anfitriões identifiquem e cortem sistematicamente vínculos com o Irã, incluindo o fechamento imediato de filiais de bancos iranianos, segundo a CNN.
Na sexta-feira, o Departamento do Tesouro anunciou sanções contra um banco turco e suas subsidiárias, acusados de servir como 'linhas financeiras críticas' para o Irã. As medidas fazem parte da 'Operação Pária Econômico', campanha de pressão que o presidente Donald Trump havia anunciado como 'Dia D econômico' contra Teerã.
Porém, em vez de um ataque amplo e coordenado, as ações têm chegado de forma gradual nas quase duas semanas desde o anúncio inicial. A abordagem contrasta com a retórica inicial da Casa Branca sobre uma ofensiva econômica de grande escala.
Especialistas e diplomatas mantêm ceticismo profundo sobre a disposição dos EUA de tomar medidas significativas contra parceiros-chave do Irã, como a China. Também questionam o impacto real das sanções sobre Teerã, que resistiu a décadas de pressão econômica.
Uma fonte regional ouvida pela CNN foi direta: 'Os iranianos lidam com sanções e as contornam há meio século, conseguem aguentar praticamente qualquer coisa que joguem neles.'
Analistas ressaltam que o efeito de sanções leva tempo para se materializar. Um ex-alto funcionário do Departamento de Estado observou que sinais de tensão econômica no Irã — como filas em postos de gasolina ou prateleiras vazias — parecem fazer 'parte do que já vinha acontecendo, e não algo novo.'
Agregado por AAR News · fonte: CNN
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