Segundo a CoinDesk, grandes mineradoras de bitcoin têm direcionado parte de seus esforços para projetos ligados a inteligência artificial, em busca de receitas adicionais. Nesse movimento, abre-se espaço para que investidores individuais tentem acessar novamente os ganhos da mineração.
A publicação aponta que diversas empresas passaram a oferecer formas de participação na mineração sem que o investidor precise operar diretamente os equipamentos. Ainda assim, a CoinDesk destaca que os custos envolvidos são altos e que a redução programada das recompensas de mineração, prevista para 2028, torna a rentabilidade do negócio incerta no médio prazo.
O que isso significa para o investidor
O tema dialoga com um ponto já levantado pela AAR News: o CEO da Onramp, Michael Tanguma, observou que o sistema por trás do bitcoin segue beneficiando estruturas maiores, enquanto negócios menores arcam com custos mais altos — um padrão que aparece agora também na disputa entre grandes mineradoras e investidores de varejo pelo acesso à mineração.
Para quem avalia produtos que prometem exposição à mineração sem a gestão operacional do equipamento, o ponto central é entender como custos e prazos de corte de recompensa em 2028 afetam o retorno líquido prometido, já que a CoinDesk é explícita quanto à incerteza desses números.
Vale observar o movimento com cautela e acompanhar como as grandes mineradoras equilibram a alocação de capacidade entre bitcoin e projetos de inteligência artificial, pois essa divisão pode influenciar diretamente a oferta de produtos voltados ao investidor individual. Para referência de mercado, o bitcoin era cotado em US$ 77.899,73, alta de 0,56% no dia, segundo o scanner da TradingView em 01/11/2026 às 13h03 BRT.
Agregado por AAR News · fonte: CoinDesk
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